Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Novembro 04 2010

Olá amigos especiais

 

INDUBITÁVEL DESTINO
Na proximidade da  passagem do dia dedicado aos que já partiram
será tempo também para reflectir  sobre esta realidade que nós
seres humanos  NUNCA estamos preparados para aceitar...
Veja e ouça este soneto recitado em poema da semana ou aqui neste link:

 

http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Indubitavel_Destino/index.htm

 

Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca

 

Aceite o meu convite e venha tomar comigo um cálice de poesia.
Entre por aqui na minha sala de visitas e saborei da que mais gostar...
www.ecosdapoesia.com

 

publicado por appoetas às 18:27

Novembro 04 2010

Distintos e ESPECIAIS amigos 

 

GRITO POÉTICO
É como que um  clamor de indignação a que tentei dar  forma e vida ,
salientando algumas iniquidades que continuam a atormentar a humanidade.
Que bom seria que este meu grito poético não fosse apenas quimérico.
Veja-o em poema da semana ou aqui neste link:

 

http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/Grito_Poetico/index.htm

 

Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca

 

Aceite o meu convite e venha tomar comigo um cálice de poesia.
Entre por aqui na minha sala de visitas e saborei da que mais gostar...
www.ecosdapoesia.com

 

 

publicado por appoetas às 18:14

Novembro 02 2010

" ALMA ALENTEJANA " 

Homenagem ao Dr. Simas Abrantes

 

X  JOGOS FLORAIS DE ALMADA

 

Portugal - Almada - 24 de Outubro de 2010

 

 

 

 3º. lugar -  Poema " És Da Noite "

da autoria de Luis da Mota Filipe

 

 

ÉS DA NOITE

 

És da noite…
Dos candeeiros e lanternas,

Que iluminam a Cidade,

O mesmo lugar que percorres,

Num misto de mágoa e saudade;

 

És da noite…

Das esquinas, das vielas,

Frias, escuras, sombrias

Palco para a tua dor,

Teus desamores e agonias;

 

És da noite…

Da magia dos teatros,

E dos retiros fadistas,

De tantos fados e poemas,

Que andam nas vozes de artistas;

 

És da noite…

Dos passos que fazem ecos,

Dos murmúrios e segredos,

Dos amantes, das paixões,

Das histórias de mil enredos;

 

És da noite…

Das estrelas, do luar,

Dum sonho, duma ilusão,

Dos beijos apaixonados,

Que aquecem teu coração;

 

És da noite…

Do grito e do riso,

Do mal e do bem,

És de todos…mas não és de ninguém!

 

 

Autor: Luís da Mota Filipe

 

 

publicado por appoetas às 12:15

Novembro 02 2010

O NOSSO ESPAÇO

 

(Susana Custódio) 

 

Surgiste qual génio da lâmpada 

Em letras finas me contactaste

Deste lado sentia-me aconchegada

Respondendo a tudo que perguntaste

 

O tempo foi passando e não foi em vão 

Ambos semeámos uma linda seara 

Durante esse fictício quente Verão

Coisa que já vai sendo muito rara

 

Soltaram desejos no nosso peito 

Ambos desejámos o trigo colher

Para tal levámos a efeito

O nosso espaço para nos acolher

 

É aí que entre grandes e loucos beijos 

Os nossos corpos se entrelaçam

Dando largas a estes desejos

Fogo e loucura total nos amassam

 

Libertamos o néctar desejado

A qualquer hora do dia ou noite de luar

Neste espaço por nós idealizado

Fundimos os corpos no verbo amar

 

 

Portugal Sintra -  Outubro de 2010

 

publicado por appoetas às 11:47

Novembro 01 2010

AMÁLIA, MARÉ DE AMOR

 

Certo dia, do século passado
Uma fadista nasceu
De Amália, o nome lhe foi dado
E pró fado apareceu

E como o cantava bem
Que até o rouxinol se calava
Ouvindo-a, ele ficava bem
Que seu cantar, a ela dedicava


A voz de Amália meiga e açucarada
Era como uma onda de mar chão
Que vai branda na crista salgada
A caminho de nosso coração


Amália, de nossos encantos
Aos Santos ela rezava
Com fados de alguns prantos 
Tocados p’la velha guitarra

Tu serás sempre do povo
Como sua eterna namorada
Um fado teu, sabe a pouco
À nossa vida desassossegada


Em Lisboa, ela é afamada
Assim como em todo o lado
Sua voz por tantos é lembrada
P’la magia que dava ao fado

Cantava um fado bonitinho
Tocado por uma bela guitarrada
Ela, o declamava baixinho
Era poesia por muitos amada

E quando sua voz subia em esplendor 
Uma brisa suave, no Tejo aparecia
Vinda de uma maré de amor
Dum povo que ela merecia

 

de. Fernando Ramos

 

publicado por Fernando Ramos às 18:41

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